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Mural
De: wilson
Para: Os estudiosos
E-mail: wilsonmoreno67@gmail.com
Data: 13/07/18 11:06

Como Identificar os espiritos ???
Vejamos as Orientações de Kardec com muito cuidado.


1º. Todo médium deve desconfiar da compulsão irresistível que o leva a escrever sem cessar e nos momentos mais inoportunos; DEVE SER SENHOR DE SI MESMO E ESCREVER SOMENTE QUANDO O DESEJAR;

2º. Não dominamos os Espíritos superiores, nem mesmo os que, sem ser superiores, são bons e benévolos, mas podemos dominar e domar os Espíritos inferiores. TODO AQUELE QUE NÃO É MESTRE DE SI NÃO O PODERÁ SER DOS ESPÍRITOS;

3º. O único critério para discernirmos o valor dos Espíritos é o bom-senso. Qualquer fórmula, dada a esse fim pelos próprios Espíritos, é absurda e não pode emanar de Espíritos superiores;

4º. COMO OS HOMENS, OS ESPÍRITOS SÃO JULGADOS PELA SUA LINGUAGEM. TODA EXPRESSÃO, TODO PENSAMENTO, TODA MÁXIMA, TODA TEORIA MORAL OU CIENTÍFICA QUE CHOQUE O BOM-SENSO OU NÃO CORRESPONDA À IDÉIA QUE FAZEMOS DE UM ESPÍRITO PURO E ELEVADO, PROCEDE DE UM ESPÍRITO MAIS OU MENOS INFERIOR;

5º. Os Espíritos superiores têm sempre a mesma linguagem com a mesma pessoa e jamais se contradizem;

6º. Os Espíritos superiores são sempre bons e benevolentes; em seu palavreado jamais encontramos acrimônia, arrogância, aspereza, orgulho, fanfarronice ou alguma tola presunção. Falam com simplicidade, aconselham e se retiram quando não são ouvidos.

7º. Não devemos julgar os Espíritos pela forma material, nem pela correção da linguagem, MAS SONDAR-LHES O ÍNTIMO, PERSCRUTAR SUAS PALAVRAS, PESÁ-LAS FRIAMENTE, MADURAMENTE E SEM PREVENÇÃO. QUALQUER DISTANCIAMENTO DO BOM-SENSO, DA RAZÃO E DA SABEDORIA NÃO PODE DEIXAR DÚVIDAS SOBRE SUA ORIGEM, SEJA QUAL FOR O NOME SOB O QUAL SE DISFARCE O ESPÍRITO;

8º. OS ESPÍRITOS INFERIORES TEMEM OS QUE LHES ANALISAM AS PALAVRAS, OS QUE LHES DESMASCARAM AS TORPEZAS e não se deixam envolver em seus sofismas; às vezes ensaiam levantar a cabeça, mas terminam sempre abandonando a presa quando se sentem mais fracos;

9º. Todo aquele que em tudo age visando ao bem, eleva-se acima das vaidades humanas, expulsa do coração o egoísmo, o orgulho, a inveja, o ciúme e o ódio, perdoa os inimigos e põe em prática esta máxima do Cristo: “Fazei aos outros o que gostaríeis que fizessem a vós mesmos”; simpatiza com os Espíritos bons, ao passo que os maus o temem e dele se afastam.


Seguindo esses preceitos, estaremos garantidos contra as más comunicações, o domínio dos Espíritos impuros e, aproveitando tudo quanto nos ensinam os Espíritos verdadeiramente superiores, contribuiremos, cada um por sua parte, para o progresso moral da Humanidade.

Allan Kardec
Revista Espirita ANO 1 - OUTUBRO 1858 - Nº. 10


De: Bete Moreira
Para: Todos
E-mail: luannina2012@hotmail.com
Data: 12/07/18 20:33

EDIFICAÇÃO

Pelo Espírito Albino Teixeira.

Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Livro: Caminho Espírita. Lição nº 68 Página 147.



Tudo o que é útil e tudo o que é nobre na Terra exige preparação.

Casa alguma se ergue sem que elemento a elemento se ajuste na concretização do plano estabelecido.

Campo cultivado reclama operações sistemáticas de limpeza e adubação, amparo e plantio.

Roupa que veste passou por múltiplas fases de trabalho desde a produção do fio singelo.

O pão mais simples não aparece, fora dos arranjos indispensáveis.

O livro, para surgir, transmitindo informações e conhecimentos, roga gestação mental e esforço de composição, letra a letra.

A sinfonia que aprimora as fontes da inspiração, requisita combinações e estudos diversos, para que os sons se harmonizem, nota por nota.

Certifiquemo-nos de que as probabilidades da mensagem sem fio vibravam na Terra, antes de Marconi.

A gravitação era realidade, antes de Newton.

Todos os ingredientes, destinados ao progresso e à civilização, ao aperfeiçoamento e à proteção da vida física, jazem potencialmente nos reservatórios da natureza.

O homem, porém, apenas desfruta aquilo que ele próprio analisou e construiu.

Assim também, no terreno do espírito.

Todos os recursos, necessários à educação e à sublimação da individualidade, à criação intelectual e à revelação do plano extra-sensorial, estão contidos, em possibilidades virtuais, nas esferas do pensamento.

Ninguém espere milagres depois da morte.

Na Terra ou além da Terra, cada pessoa somente dispõe, em si e fora de si, da cultura e do merecimento que edificou.



Antônio Sávio de Resende - Tonhão

De: wilson
Para: Os estudiosos
E-mail: wilsonmoreno67@gmail.com
Data: 11/07/18 07:39

Mediunidade.

Uma outra questão importante
Como que um espírito desencarnado vai evoluir no campo espiritual e moral pedindo coisas materiais e terrenas como cigarros, charutos, bebidas alcoólicas e comida e despachos????
Essas praticas vão contribuir para manter esses espiritos apegados as coisas materiais.
Eles vão se materializar cada vez mais com essas coisas.
Um espírito elevado não vai pedir coisas terrenas como essas como cigarros, bebidas alcoólicas, charutos e comida, vamos ver claramente que são espiritos que ainda estão condicionados as coisas do mundo terra.

Eles desencarnaram mais continuam apegados ao plano terreno, querendo ainda experimentar os prazeres da matéria como comer e beber e fumar.
Quando esses médiuns que trabalham nesses lugares incorporam essas entidades e começam a beber, fumar, ou seja, passam a usar cachaça, bebidas alcoólicas, cigarros e charutos eles estão sendo vampirizados por espiritos inferiores que ainda estão apegados a essas coisas.
O médium bebe e fuma e as entidades vão absorver as emanações fluídicas dessas substancias pelo perispirito do encarnado.
Se os guias da umbanda e da quimbanda fossem espiritos bons e elevados eles não iriam pedir coisas materiais como essas, eles estariam desapegados dessas coisas como bebidas alcoólicas e fumo.

Como afastar os maus espíritos ??

Nenhum espírito obsessor pode controlar a nossa mente, quando estamos vibrando bons pensamentos e bons sentimentos, as vibrações positivas vão afastar as vibrações negativas e atrair outras vibrações positivas, os semelhantes atraindo os semelhantes.
O bem atrai o bem.
O mal atrai o mal.
Pelo uso correto do Livre arbítrio eu vou afastar os maus espíritos, vamos concluir, que a obsessão é causada pelo uso errado do livre arbítrio
Quando eu uso meu livre arbítrio para praticar o bem e as virtudes, cultivando pensamentos elevados e nobres, quando eu procuro combater as minhas imperfeições morais, eu estou elevando o meu PADRÃO VIBRATÓRIO e dessa forma vou afastar as vibrações pesadas e negativas dos espíritos inferiores, perturbadores e obsessores.
Vibrações com freqüências diferentes se repelem, vibrações com freqüências iguais se atraem, essa é a Lei da Sintonia vibratória, que o ser humano pratica com seus pensamentos.

Os espíritos obsessores não têm nenhum poder sobre as pessoas de bem, somos nós que damos para eles esse poder, quando entramos em sintonia com eles.
Vamos também concluir, que a proteção espiritual quem faz é a própria pessoa, conforme seus pensamentos e conduta moral, não adianta usar velas, amuletos, talismã, roupas brancas, imagens, nada disso funciona, somente nossos pensamentos e sentimentos é que tem valor.

Wilson Moreno



De: Bete Moreira
Para: Todos
E-mail: luannina2012@hotmail.com
Data: 09/07/18 10:25

Amor de amigo



Durante a Segunda Guerra Mundial, um orfanato de missionários, numa aldeia vietnamita, foi atingido por várias bombas.

Os missionários e duas crianças morreram na hora e muitas ficaram feridas, inclusive uma menina de oito anos.

Através do rádio de uma aldeia vizinha, os habitantes buscaram socorro dos americanos. Um médico da Marinha e uma enfermeira chegaram trazendo apenas maletas de primeiros socorros.

Perceberam logo que o caso mais grave era o da menina. Se não fossem tomadas providências imediatas ela morreria por perda de sangue. Era urgente que se fizesse uma transfusão.

Saíram a procura de um doador com o mesmo tipo sanguíneo. Os americanos não tinham aquele tipo de sangue, mas muitos órfãos que não tinham sido feridos poderiam ser doadores.

O problema agora, era como pedir às crianças, já que o médico conhecia apenas algumas palavras em vietnamita e a enfermeira tinha poucas noções de francês.

Usando uma mistura das duas línguas e muita gesticulação, tentaram explicar aos assustados meninos que, se não recolocassem o sangue perdido, a menina morreria.

Então perguntaram se alguém queria doar sangue. A resposta foi um silêncio de olhos arregalados.

Finalmente uma mão levantou-se timidamente, deixou-se cair e levantou de novo.

Ah, obrigada. - Disse a enfermeira em francês. – Como é o seu nome?

O garoto respondeu em voz baixa: Heng.

Deitaram Heng rapidamente na maca, esfregaram álcool em seu braço e espetaram a agulha na veia.

Durante esses procedimentos, Heng ficou calado e imóvel.

Passado um momento, deixou escapar um soluço e cobriu depressa o rosto com a mão livre.

Está doendo, Heng? - Perguntou o médico. Heng abanou a cabeça, mas daí a pouco escapou outro soluço e mais uma vez tentou disfarçar. O médico tornou a perguntar se doía, e ele abanou a cabeça outra vez, significando que não.

Mas os soluços ocasionais acabaram virando um choro declarado, silencioso, os olhos apertados, o punho na boca para estancar os soluços.

O médico e a enfermeira ficaram preocupados. Alguma coisa obviamente estava acontecendo.

Nesse instante, chegou uma enfermeira vietnamita, enviada para ajudar. Vendo a aflição do menino, falou com ele, ouviu a resposta, e tornou a falar com voz terna, acalmando-o.

Heng parou de chorar e olhou surpreso para a enfermeira vietnamita. Ela confirmou com a cabeça e uma expressão de alívio estampou-se no rosto do menino. Então ela disse aos americanos:

Ele achou que estava morrendo. Entendeu que vocês pediram para dar todo o sangue dele para a menina poder viver.

E por que ele concordou? Perguntou o médico.

A enfermeira vietnamita repetiu a pergunta, e Heng respondeu simplesmente:

Ela é minha amiga.

Pense nisso!

Você já pensou em ser um doador de sangue?

Geralmente só o fazemos quando a necessidade é de um familiar ou um ente querido, mas a solidariedade convida-nos a doar para salvar vidas.

Tornando-nos um doador voluntário, estaremos contribuindo grandemente com a sociedade.

Pense nisso!

Redação do Momento Espírita, com base na história Não há amor maior,
de John W. Mansur, disponibilizado na Internet (col. John W. Mansur,
extraído de The Missileer).
Disponível no CD Momento Espírita, v. 7 e no livro
Momento Espírita, v. 2, ed. FEP.
Em 4.7.2018.

De: wilson
Para: Os estudiosos
E-mail: wilsonmoreno67@gmail.com
Data: 07/07/18 23:51

Deus não faz milagres as Leis de Deus são naturais, perfeitas e imutáveis e Ele não derroga as suas Leis.
Não existe o sobrenatural e nem milagres tudo no Universo é regulado por Leis perfeitas e imutáveis.

Vejamos esse texto de Kardec sobre essas questões.

Por que, então faria milagres? Para provar seu poder, dizem; mas o poder de Deus não se manifesta de maneira muito mais potente, pelo conjunto grandioso das obras da criação, pela sabedoria previdente que a preside nas suas partes ínfimas, bem como nas maiores? Pela harmonia das leis que regem o Universo? Não é isso superior a algumas e pueris derrogações, que todos os prestidigitadores sabem imitar? Que diríamos de um perito mecânico que, a fim de provar sua habilidade desmantelasse um relógio construído com suas mãos, obra-prima da ciência, somente para mostrar que pode desfazer o que fez? Seu saber não se manifesta, ao contrário, pela regularidade e pela exatidão do seu movimento?
A questão dos milagres propriamente ditos não é, pois, da alçada do Espiritismo; porém, apoiando-nos no raciocínio de que Deus nada faz de inútil, ele emite esta opinião: OS MILAGRES NÃO SÃO NECESSÁRIOS PARA A GLÓRIA DE DEUS; NADA NO UNIVERSO SE AFASTA DAS LEIS GERAIS. DEUS NÃO FAZ MILAGRES, PORQUE, SENDO SUAS LEIS PERFEITAS, ELE NÃO TEM NECESSIDADE DE AS DERROGAR. SE SE TRATA DE FATOS QUE NÃO COMPREENDEMOS, É QUE AINDA NOS FALTAM OS CONHECIMENTOS NECESSÁRIOS.

Allan Kardec
A Genese Capítulo XIII
Caracteres Dos Milagres.

Wilson Moreno



De: Bete Moreira
Para: Todos
E-mail: luannina2012@hotmail.com
Data: 29/06/18 18:10

Atenção Divina



Deus, nosso Pai, tem formas simples e eficazes para nos auxiliar.

Em um momento, Se utiliza do vento para levar uma mensagem a quem necessite.

Acolá, utiliza uma mente disposta a servir, para ouvir o pedido de um enfermo, e atendê-lo.

Envia a chuva a espaços regulares, programa as tempestades para a melhoria da atmosfera, estabelece o ciclo das estações.

Serve-Se das asas dos pássaros e dos insetos, bem como da brisa mansa para a fecundação das diversas espécies vegetais.

Enquanto dormimos, Deus elabora mais extraordinárias maneiras de nos alcançar, afirmando-nos a Sua Providência Amorosa.

Por vezes, um descuido de alguém passa a se constituir no atendimento Divino. Por isso, importante estarmos atentos ao que nos sucede, a cada passo.

Conta-se que, certa vez, um viajante, por ser inexperiente, perdeu-se em imenso deserto.

Quase a morrer de fome e sede, avistou uma palmeira. À sua sombra encontrou uma fonte de água pura e fresca, com a qual aplacou a sede.

Mas a fome ainda o magoava. Descansando o corpo, recostando-se na árvore, encontrou um pequenino saco de couro.

Pensando que dentro dele encontraria algo para comer, talvez algumas ervilhas ou alguns pedaços de carne, o homem abriu o saquinho com rapidez.

Grande foi seu desapontamento ao lhe examinar o conteúdo: eram pérolas!

Que ironia, pensou o infeliz. Estou a sucumbir de fome e só o que encontro são pérolas que de nada me servem. Preciso muito de algo para comer. Preciso readquirir forças para continuar minha viagem e tentar chegar ao meu destino.

Por ser um homem de fé, o viajante não se desesperou e orou fervorosamente ao Criador, pedindo ajuda.

Mal haviam passado alguns minutos, quando ouviu o galope apressado de um cavalo.

Logo se viu frente a frente com um cavaleiro nervoso e inquieto. Era o dono das pérolas.

Percebendo que o outro encontrara o tesouro, tomou-se de alegria.

Como reconhecimento, deu-lhe de comer das provisões que trazia consigo. Na sequência, convidou-o a montar seu próprio animal e o conduziu até o termo da sua viagem, evitando que tornasse a se perder.

Quando se despediram, o cavaleiro falou ao viajante:

Percebe como a Divina Providência agiu? No primeiro momento, tive como uma grande desgraça a perda das minhas pérolas.

Contudo, nada mais oportuno. Retornando para procurá-las, cheguei a tempo de lhe prestar socorro.

“Por meios aparentemente singelos, Deus nos livra, às vezes, de grandes flagelos.”

* * *

Em tempo algum as coletividades humanas deixaram de receber a sublime colaboração dos Enviados de Deus, na solução dos grandes problemas do mundo.

Os Enviados à Terra, pela Providência Divina, agem nos campos das ciências, da filosofia, da literatura, das artes, das religiões, da política, isto é, em todos os campos.

Tudo para nos auxiliar em nossa trajetória de progresso, na face deste planeta, que nos serve de lar.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. A obra da Providência, do livro Lendas do Céu e da Terra, de Júlio César de Melo e Sousa, ed. Melhoramentos e na questão 280, do livro O Consolador, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.
Em 29.6.2018.

De: Bete Moreira
Para: Todos
E-mail: luannina2012@hotmail.com
Data: 29/06/18 18:08

Atenção Divina



Deus, nosso Pai, tem formas simples e eficazes para nos auxiliar.

Em um momento, Se utiliza do vento para levar uma mensagem a quem necessite.

Acolá, utiliza uma mente disposta a servir, para ouvir o pedido de um enfermo, e atendê-lo.

Envia a chuva a espaços regulares, programa as tempestades para a melhoria da atmosfera, estabelece o ciclo das estações.

Serve-se das asas dos pássaros e dos insetos, bem como da brisa mansa para a fecundação das diversas espécies vegetais.

Enquanto dormimos, Deus elabora mais extraordinárias maneiras de nos alcançar, afirmando-nos a Sua

De: Bete Moreira
Para: Todos
E-mail: luannina2012@hotmail.com
Data: 28/06/18 19:29

DINHEIRO

Pelo Espírito Bezerra de Menezes.

Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Livro: Marcas do Caminho. Lição nº 14. Página 46.

Mensagem recebida na Comunidade Espírita Cristã do Guarujá em 30.03.1976



O dinheiro não é luz, mas sustenta a lâmpada.

Não é a paz, no entanto, é um companheiro para que se possa obtê-la.

Não é o calor, contudo, adquire agasalho.

Não é o poder da fé, mas alimenta a esperança.

Não é amor, entretanto, é capaz de erguer-se por valioso ingrediente na proteção afetiva.

Não é tijolo de construção, todavia, assegura as atividades que garantem o progresso.

Não é cultura, mas, apoia o livro.

Não é visão, contudo, ampara o encontro de instrumentos que ampliam a capacidade dos olhos.

Não é base da cura, no entanto, favorece a aquisição do remédio.

Em suma, o dinheiro associado à consciência tranquila, alavanca do trabalho e fonte da beneficência, apoio da educação e alicerce da alegria, é uma Bênção do Céu que de modo imediato, nem sempre faz felicidade, mas sempre faz falta.


De: Bete Moreira
Para: Todos
E-mail: luannina2012@hotmail.com
Data: 28/06/18 09:43

Desafio cotidiano



Cada manhã é um novo desafio. A forma que o encaramos reflete nossa postura perante as Leis Divinas.

Alguns despertamos descontentes e contemplamos as horas novas como uma carga, que deve ser transportada a qualquer custo.

Outros olhamos o dia que surge e logo alçamos o pensamento em fervorosa prece de gratidão, pela renovação da vida no planeta.

Os primeiros somos os pessimistas, que ainda não aprendemos a perceber a vontade de Deus no transcorrer dos acontecimentos.

Os segundos somos os que nos alicerçamos na fé, cientes de que a vida deve ser vivida em plenitude.

Se nos encontramos entre os primeiros, tudo nos transcorre mal. Se o ônibus atrasa, se a chuva nos surpreende em plena rua, se a fila do caixa do banco está morosa. E tudo é motivo para reclamação e desconforto.

Nesse passo, acreditamos que todos têm má vontade para conosco: no trânsito, ninguém nos concede a passagem, quando estamos aguardando para adentrar a via movimentada; a recepcionista agendou nosso atendimento somente para daqui há uma semana...

Abrimos os jornais e conseguimos somente destacar as manchetes ruins, desagradáveis, que falam de agressões, de desemprego, baixos salários, fugas ao dever, corrupção.

Se somos daqueles que pertencem ao outro grupo, conseguimos vislumbrar em todo transtorno uma oportunidade de servir ou nos ilustrar.

Assim, aproveitamos o tempo para ler, enquanto aguardamos na fila do ônibus ou do caixa. Ou então para um sorriso, um gesto de boa vontade.

Ante a intempérie, agradecemos a bênção dos ventos, da água, do frio, reconhecendo-lhes o justo valor.

Numa dessas manhãs, ouvimos a conversa de um senhor idoso e que demonstrava, pelos trajes, sua condição de dificuldade econômica.

Falava do salário que ganhava, aliás, tomara a condução justamente para se dirigir ao banco, a fim de sacar o valor de sua aposentadoria por invalidez.

Mostrava-se feliz. Não podia mais trabalhar, pela enfermidade que o incapacitara. Contudo, sentia-se feliz por estar andando com suas próprias pernas.

Comentou sobre o atendimento médico e farmacêutico que busca, dizendo-se satisfeito por sempre o atenderem muito bem.

Detalhou como conseguia sobreviver com o mísero salário, economizando, pesquisando preços, não se permitindo alguns produtos alimentares.

E sorria, dando graças a Deus.

Em verdade, observando aquele anônimo, fomos levados a cogitar acerca da forma com que estamos encarando nossos dias, nossos problemas, nossa vida.

Quantos possuímos muito mais do que o idoso desconhecido e nada fazemos além de reclamar?

Sábios somos se, em meio à adversidade, conseguimos elaborar preciosas lições de vida, modelos que podem ser seguidos pelos que têm olhos de ver e ouvidos de ouvir.

* * *

A maior tristeza que pode se abater sobre nós, rotulando-a, fomentando desditas para o Espírito, é o mau aproveitamento das oportunidades que nos concede o Criador, para evoluir e brilhar.

Meditemos sobre isso e cultivemos as alegrias de que necessitamos, nos nobres serviços do amor.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 4,
do livro Rosângela, pelo Espírito Rosângela, psicografia
de J. Raul Teixeira, ed. FRÁTER.
Disponível no livro Momento Espírita, v. 4, ed. FEP.
Em 28.6.2018.

De: wilson
Para: Os estudiosos
E-mail: wilsonmoreno67@gmail.com
Data: 24/06/18 13:58

Observações Doutrinárias de Kardec.
Procurem memorizar essas observações

O MELHOR MEIO DE EXPULSAR OS MAUS ESPÍRITOS É ATRAIR OS BONS. PORTANTO, ATRAÍ OS BONS ESPÍRITOS, FAZENDO O MAIOR BEM POSSÍVEL, QUE OS MAUS FUGIRÃO, POIS O BEM E O MAL SÃO INCOMPATÍVEIS. SEDE SEMPRE BONS E SÓ TEREIS BONS ESPÍRITOS AO VOSSO LADO.
Todas as fórmulas são charlatanices; não há nenhuma palavra sacramental, nenhum signo cabalístico, nenhum talismã que tenha qualquer ação sobre os Espíritos, porque eles só são atraídos pelo pensamento e não pelas coisas materiais.

Os maus Espíritos só estão onde podem satisfazer a sua perversidade. Para afastá-los, não basta pedir, nem mesmo ordenar que se retirem: é necessário eliminar em nós aquilo que os atrai. OS ESPÍRITOS MAUS DESCOBREM AS CHAGAS DA ALMA, COMO AS MOSCAS DESCOBREM AS DO CORPO. ASSIM, POIS, COMO LIMPAIS O CORPO PARA EVITAR AS BICHEIRAS, LIMPAI TAMBÉM A ALMA DAS SUAS IMPUREZAS, PARA EVITAR AS OBSESSÕES. Como vivemos num mundo em que os maus Espíritos pululam, as boas qualidades do coração nem sempre nos livram das suas tentativas, mas nos dão a força necessária para resistir-lhes.

OUTRA VERDADE, IGUALMENTE VERIFICADA PELA EXPERIÊNCIA, E QUE A LÓGICA COMPROVA, É A COMPLETA INEFICÁCIA DE EXORCISMOS, FÓRMULAS, PALAVRAS SACRAMENTAIS, AMULETOS, TALISMÃS, PRÁTICAS EXTERIORES OU QUAISQUER SÍMBOLOS MATERIAIS.

Os Espíritos bons jamais dão ordens: não querem impor-se, apenas aconselham e se não forem ouvidos se retiram. OS MAUS SÃO AUTORITÁRIOS, DÃO ORDENS, QUEREM SER OBEDECIDOS E NÃO SE AFASTAM FACILMENTE. TODO ESPÍRITO QUE SE IMPÕE TRAI A SUA CONDIÇÃO. São exclusivistas e absolutos nas suas opiniões e pretendem possuir o privilégio da verdade. Exigem a crença cega e nunca apelam para a razão, pois sabem que a razão lhes tiraria a máscara.

DEVEMOS IGUALMENTE DESCONFIAR DOS ESPÍRITOS QUE SE APRESENTAM COM MUITA FACILIDADE USANDO NOMES BASTANTE VENERADOS, E SÓ COM MUITA RESERVA ACEITAR O QUE DIZEM. NESSES CASOS, SOBRETUDO, É QUE UM CONTROLE SEVERO SE TORNA INDISPENSÁVEL. Porque é freqüentemente a máscara que usam para levar-nos a crer em pretensas relações íntimas com Espíritos excelsos. Dessa maneira eles lisonjeiam a vaidade do médium e se aproveitam dela para o induzirem a atos lamentáveis e ridículos.

OS ESPÍRITOS LEVIANOS SÃO AINDA RECONHECIDOS PELA FACILIDADE COM QUE PREDIZEM O FUTURO e se referem com precisão a fatos materiais que não podemos conhecer. Os Espíritos bons podem fazer-nos pressentir as coisas futuras, quando esse conhecimento for útil, mas jamais precisam as datas. TODO ANÚNCIO DE ACONTECIMENTO PARA UMA ÉPOCA CERTA É INDÍCIO DE MISTIFICAÇÃO.

NÃO DEVEMOS JULGAR OS ESPÍRITOS PELO ASPECTO FORMAL E A CORREÇÃO DO SEU ESTILO, MAS SONDAR-LHES O ÍNTIMO, ANALISAR SUAS PALAVRAS, PESÁ-LAS FRIAMENTE, MADURAMENTE E SEM PREVENÇÃO. TODA FALTA DE LÓGICA, DE RAZÃO E DE PRUDÊNCIA NÃO PODE DEIXAR DÚVIDA QUANTO À SUA ORIGEM, QUALQUER QUE SEJA O NOME DE QUE O ESPÍRITO SE ENFEITE.

A linguagem dos Espíritos superiores é sempre digna, elevada, nobre, sem qualquer mistura de trivialidade. Eles dizem tudo com simplicidade e modéstia, nunca se vangloriam, não fazem jamais exibição do seu saber nem de sua posição entre os demais. A linguagem dos Espíritos inferiores ou vulgares tem sempre algum reflexo das paixões humanas. TODA EXPRESSÃO QUE REVELE BAIXEZA, AUTO-SUFICIÊNCIA, ARROGÂNCIA, FANFARRONICE, MORDACIDADE É SINAL CARACTERÍSTICO DE INFERIORIDADE. E DE MISTIFICAÇÃO, SE O ESPÍRITO SE APRESENTA COM UM NOME RESPEITÁVEL E VENERADO.

Allan Kardec
O Livro dos Médiuns
O Evangelho seg Espiritismo.


De: Bete Moreira
Para: Todos
E-mail: luannina2012@hotmail.com
Data: 22/06/18 18:02

Entre Vênus e Marte



Quando olhamos o céu, com suas tantas estrelas, tantas que não conseguimos contar todas, nosso sentimento é de admiração. Um quase êxtase.

A chamada Estrela D´Alva, o planeta Vênus, que assim chamamos por seu brilho no céu, entre outras, nos leva a cogitar de quantas outras Humanidades existirão espalhadas por esse imenso Universo de Deus.

Exatamente por isso, o homem tem investido na exploração espacial. Em dezembro de 2015, a agência japonesa de exploração aeroespacial, a JAXA, anunciou a chegada da sonda Akatsuki, que significa Aurora, ao planeta Vênus.

Vênus é a equivalente romana da deusa que a mitologia grega denominava Afrodite. Deusa do amor, da beleza e da união.

Por sua vez, apenas alguns meses antes, o robô Curiosity, da NASA, enviara imagens do planeta Marte.

Marte é a denominação romana para o deus da guerra, que os gregos chamavam Ares.

Se Vênus é a deusa do amor, Ares é o deus da destruição, sempre representado envolvido com as lutas humanas e os campos de batalha.

Sem nos alongarmos em considerações astronômicas ou astrológicas, é de considerarmos como precisamos explorar mais a fundo essas duas expressões tão intensas da alma humana: o amor e a guerra.

Parece que a Humanidade tem transitado muito mais pelos campos de Ares, com todo seu poder destrutivo.

Somos os seres que ainda vivemos em disputas diárias e batalhas constantes. No trânsito, os que andamos a pé desafiamos o movimento dos carros, atravessando as ruas de qualquer jeito, como bem entendemos.

Quando estamos ao volante, utilizamos o nosso veículo como uma máquina de guerra, furando sinal, desrespeitando leis estabelecidas, investindo com quase fúria sobre quem está concluindo a travessia na faixa de pedestres, mal abre o semáforo.

Nos relacionamentos de toda sorte, mais nos digladiamos do que nos amamos. É o que apontam as manchetes, todos os dias, apresentando cenas de violência entre aqueles que mais deveríamos nos amar, os seres humanos.

Afinal, somos todos filhos do mesmo Pai. Todos tivemos a mesma origem e nosso destino é o mesmo: o retorno à casa paterna.

Mesmo quando nos envolvemos com a arte, a música, a literatura, que deveriam se voltar ao engrandecimento dos valores e princípios, exploramos a tendência destrutiva.

Tudo porque, de modo geral, estamos mais interessados em retorno financeiro, em audiência, em competição, em poder em sermos alçados ao pódio das glórias mundanas.

Como se faz necessário que deixemos de explorar tanto o campo de Marte e nos direcionemos para Vênus.

Quanto necessitamos do amor. Desse amor verdadeiro que se preocupa em cuidar das feridas afetivas, da criança abandonada, dos magoados e dos esquecidos.

Afinal, quantos de nós não nos encaixamos em uma dessas categorias?

Comecemos, então, essa incursão ao planeta da nossa alma, ao planeta Vênus.

Amemos. Exemplos não nos faltam: Francisco de Assis, Madre Teresa de Calcutá, Gandhi. E foi o Mestre Jesus quem nos conclamou a que nos amássemos uns aos outros como Ele nos amou.

E frisou que devemos amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos.

Que tal iniciarmos hoje a viagem ao nosso interior, explorando, em todos os detalhes, o planeta Vênus?

Redação do Momento Espírita, com base no artigo
Explorando Júpiter, Vênus e Marte, de Cláudio Sinoti, da
revista Presença Espírita, março/abril de 2018, ed. LEAL.
Em 22.6.2018.

De: Bete Moreira
Para: Todos
E-mail: luannina2012@hotmail.com
Data: 21/06/18 09:14

O sábio e o pássaro



Conta-se que, certa vez, um homem muito maldoso resolveu pregar uma peça em um mestre, famoso por sua sabedoria.

Preparou uma armadilha infalível, como somente os maus podem conceber.

Tomou de um pássaro e o segurou nas mãos, imaginando que iria até o idoso e experiente mestre, formulando-lhe a seguinte pergunta: Mestre, o passarinho que trago nas mãos está vivo ou morto?

Naturalmente, se o mestre respondesse que estava vivo, ele o esmagaria em sua mão, mostrando o pequeno cadáver. Se a resposta fosse que o pássaro estava morto, ele abriria as mãos, libertando-o e permitindo que voasse, ganhando as alturas.

Qualquer que fosse a resposta, ele incorreria em erro aos olhos de todos que assistissem a cena.

Assim pensou. Assim fez.

Quando vários discípulos se encontravam ao redor do venerando senhor, ele se aproximou e formulou a pergunta fatal.

O sábio olhou profundamente o homem em seus olhos. Parecia desejar examinar o mais escondido de sua alma, depois respondeu, calmo e seguro:

O destino desse pássaro, meu filho, está em suas mãos.

* * *

A história pode nos sugerir vários aspectos. Podemos analisar a maldade humana, que não vacila em esmagar inocentes para alcançar os seus objetivos.

Podemos meditar na excelência da sabedoria, que se sobrepõe a qualquer ardil dos desonestos.

Mas podemos sobretudo falar a respeito da destinação humana, ainda tão mal compreendida.

Normalmente, tudo se atribui a Deus, à Sua vontade: as doenças, a miséria, a ignorância, a desgraça...

Ora, se Deus é de infinito amor e bondade, conforme nos revelou Jesus, como conceber que Ele seja o promotor do infortúnio?

A vida nos é dada por Deus mas a qualidade de vida é fruto das ações humanas.

Se o mal impera, é porque os bons se omitem, de forma tímida, permitindo o avanço acintoso daquele.

A mão que liberta o homem da desgraça é a do seu semelhante, o mais próximo que se lhe situe.

Assim, o destino de nossa sociedade é o somatório de nossas ações.

Filhos de Deus, criados à Sua imagem e semelhança, exercitemos a vontade, moldando nossa destinação gloriosa, bem como influenciemos positivamente as vidas dos que nos cercam.

Você sabia?

Você sabia que é nosso dever fazer algo de bom pelo semelhante?

Que para uma sociedade sadia é indispensável a solidariedade?

E que solidariedade significa prestar ao semelhante todo o cuidado que gostaríamos de receber dele, caso fôssemos nós os necessitados?

Redação do Momento Espírita, com base no artigo O sábio e o pássaro, de Richard Simonetti,
publicado na revista Reformador, de março/1998,
ed. FEB.
Em 21.6.2018.

 
 
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