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De: Bete Moreira
Para: Todos -
E-mail: luannina2012@hotmail.com
Data: 29/12/17 17:49

A mulher sol



Não a conheço. Jamais a vira antes e, possivelmente, nesta cidade onde transitam milhares de pessoas, todos os dias, jamais tornarei a vê-la.

Ela transitava pela calçada, no sentido contrário ao da minha caminhada. O que me chamou a atenção foram seus cabelos de prata que admirei.

Seriam tingidos pelos dedos do tempo ou por produtos químicos?

Ao passar por mim, o rosto dela se iluminou, num sorriso aberto, espontâneo. Seus lábios se abriram e disseram com uma agradável entonação: Bom dia!

Senti uma vibração de paz invadir-me. Uma aura de harmonia abraçar-me. E, naquele átimo de segundo em que nos cruzamos, enquanto lhe respondia ao cumprimento, pude lhe ver o rosto.

As rugas haviam iniciado a desenhar arabescos em linhas suaves, denunciando o passar dos anos. Os olhos claros brilhavam na manhã ensolarada.

Gravei-lhe a expressão na memória.

Nestes dias de tanto atropelo, tanta pressa, em que as pessoas parecem correr como se desejassem recuperar minutos que já se foram, deparar com um rosto tão tranquilo, realmente, é inusitado.

Também encontrar alguém que deseje Bom dia! Com vontade, com sincero desejo de que seja um dia muito bom.

Nada mecânico. Nada convencional.

Continuei meu caminho quase num enlevo, envolvido nas vibrações harmônicas jorradas daquela expressão fisionômica tão serena.

Fiquei pensando em quantas pessoas ela haveria de encontrar em seu dia e para quantas a sua presença, o seu olhar, o seu sorriso ou o seu cumprimento fariam a grande diferença.

Como fizera comigo, em rápido segundo.

A quantas ela ofereceria aquele cumprimento tão especial. E não pude deixar de indagar a mim mesmo:

Terá ela saído de casa com esse propósito de iluminar as horas das pessoas que encontrasse? Ou aquilo lhe seria, simplesmente, a maneira natural de ser em sua vida?

* * *

Quantos de nós temos essa capacidade de beneficiar alguém com nossa presença? Capacidade para iluminar o dia, alegrar as horas de quem caminha ao nosso lado ou de quem, simplesmente, passa por nós.

Quantos de nós temos esse condão de tornar o dia de alguém muito diferente, melhor?

Transformar brumas em sol, nuvens em claridade, problemas em soluções.

Somente pode fazer sol quem tem raios de luz dentro de si.

Somente pode irradiar serenidade quem alcançou a harmonia interior, quem suplantou a si próprio e administra muito bem as dificuldades que se apresentam.

Alcançar esse estágio deveria ser uma meta para nós. Destoarmos no mundo. Sermos irradiadores do bem, do belo, das coisas positivas e grandiosas.

Para isso, basta-nos a vontade, o querer. Por isso, enquanto o dia canta esperanças, enquanto as horas se renovam, iniciemos nossa campanha particular, individual.

A campanha de fazer sol nas alheias vidas.

Redação do Momento Espírita.
Em 28.12.2017.

De: Bete Moreira
Para: Todos
E-mail: luannina2012@hotmail.com
Data: 29/12/17 17:35

A mulher sol



Não a conheço. Jamais a vira antes e, possivelmente, nesta cidade onde transitam milhares de pessoas, todos os dias, jamais tornarei a vê-la.

Ela transitava pela calçada, no sentido contrário ao da minha caminhada. O que me chamou a atenção foram seus cabelos de prata que admirei.

Seriam tingidos pelos dedos do tempo ou por produtos químicos?

Ao passar por mim, o rosto dela se iluminou, num sorriso aberto, espontâneo. Seus lábios se abriram e disseram com uma agradável entonação: Bom dia!

Senti uma vibração de paz invadir-me. Uma aura de harmonia abraçar-me. E, naquele áti

De: Erika pereira Silva
Para: Maria Luiza dos Santos pereira
E-mail: erika.pereira.silva@hotmal.com
Data: 29/12/17 15:19

Que Jesus continue abençoando a senhora aonde tiver já faz um ano que a senhora desencadeou e muita falta faz ...

De: Bete Moreira
Para: Todos
E-mail: luannina2012@hotmail.com
Data: 28/12/17 15:29

Momento de avaliação



No encerramento de cada exercício e início de um novo é inevitável para as empresas a estruturação de um balanço, em relação aos investimentos estabelecidos.

Receita e despesa, confrontados, resultam no saldo que caracteriza o acerto ou a incapacidade do administrador.

No que diz respeito à economia moral, é imprescindível fazer-se uma avaliação das conquistas realizadas durante a ocorrência de cada período.

Indispensável, para bem se aquilatar de como se vai e de como programar-se a etapa nova.

* * *

Os minutos sucedem-se, gerando as horas.

Os dias passam, estabelecendo meses.

Os anos se acumulam e as estruturas do tempo se alteram.

Quem conhece Jesus é convidado a investir, nos divinos cofres do amor, as moedas que a sabedoria lhe faculta em forma de maior iluminação, pela renúncia, caridade, perdão e esperança.

De tempos em tempos, impostergavelmente, torna-se necessário um cotejo do que foi feito em relação ao programado, para medir-se o comportamento durante o trânsito dos compromissos.

Façamos hoje, no encerramento ou início da experiência, uma avaliação-balanço.

Constatada a presença de equívocos, disponhamo-nos a corrigi-los.

Identificados os êxitos, preparemo-nos para multiplicá-los.

Logrados os sucessos, apliquemo-los em favor do bem geral.

Detectados os malogros e sofrimentos, abençoemos a dor e a dificuldade que nos devem constituir impulso e estímulo para o prosseguimento.

Tenhamos, no entanto, a coragem de uma avaliação honesta, sem desculpas, sem excesso de intransigência.

* * *

Hora de balanço é hora séria.

Proponhamo-nos à pausa da reflexão com a coragem de nos despirmos perante a consciência.

A ajuda dos amores ao redor é preciosa, uma vez que, por vezes, a autovisão poderá estar embaçada por desequilíbrios ou traumas vivenciados.

Perguntar como nos enxergaram durante tal período específico, sobre esse ou aquele aspecto, é bastante válido e propício.

São opiniões que devem ser levadas em conta nesta grande avaliação-balanço produzida em nosso mundo íntimo.

Suponhamos que a desencarnação nos surpreendesse e nos não fosse possível omitir, escamotear ou fugir à responsabilidade que adquirimos perante a vida, face à dádiva da reencarnação.

Experiência que passa, enseja lição que permanece.

E, de aprendizado em aprendizado, o relógio da eternidade nos propiciará o crescimento no rumo de Deus e na aquisição da virtude da paz.



Redação do Momento Espírita, com base no cap. 8, do
livro Alegria de viver, pelo Espírito Joanna de Ângelis,
psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.
Em 26.12.2017.

De: wilson
Para: Os estudiosos
E-mail: wilsonmoreno67@gmail.com
Data: 23/12/17 09:23

As entidades

Os espíritos elevados e superiores não pedem coisas materiais e terrenas como cigarros, charutos, bebidas alcoólicas, despachos, velas e comidas quem pede essas coisas são espiritos inferiores e atrasados moralmente que ainda estão apegados a matéria.
Esses espiritos estão ainda apegados as sensações terrenas de baixas vibrações psíquicas.
Um espírito elevado não fala palavrões e nem pede bebidas alcoólicas, charutos e oferendas, vemos claramente que são espiritos ainda atrasados que estão apegados aos vícios e desejos terrenos.
E quem se envolve com esses espíritos corre risco de ficar perturbado e obsedado por que esses espíritos estão ainda muito materializados.
Os espíritos elevados só pregam o bem, as Virtudes, a elevação moral, a caridade, a pureza dos pensamentos, a fé racional, o desapego das coisas materiais.
Os espíritos elevados e superiores tentam sempre moralizar e espiritualizar os encarnados.
E essas praticas de dar para esses espíritos o que eles pedem como bebidas, fumo, comida e despachos vai manter esses espíritos apegados a matéria, eles vão se materializar cada vez mais com essas praticas.
Eles precisam se desapegar dessas coisas materiais e terrenas para poderem evoluir espiritualmente.
Eles precisam se desapegar da matéria.

Os maus espíritos não conseguem se aproximar das pessoas que estão com pensamentos elevados e positivos e que procuram se melhorar moralmente.
Uma pessoa de vontade forte, que é honesta e correta, tem bons pensamentos e boas atitudes e procura se melhorar espiritualmente e moralmente ela repele as vibrações negativas e densas dos espíritos inferiores, perturbadores e obsessores do plano espiritual.
Não havendo sintonia mental eles se afastam das pessoas, portanto, a proteção espiritual quem faz é a própria pessoa pelos seus pensamentos, vontade, raciocínio e elevação moral.
Agora um encarnado fraco na vontade, com maus pensamentos, maus desejos, maus hábitos, com vícios que se irrita com facilidade ele será um alvo fácil para os espíritos obsessores.
Os maus espíritos adoram pessoas que se irritam com facilidade.
Tudo depende das nossas condições morais e mentais.
Não devemos esquecer que tudo no mundo espiritual é sintonia mental e afinidade moral, estamos sempre atraindo bons ou maus espíritos pelos nossos pensamentos e conduta moral.
Evite as discussões, os palavrões, as irritações e maus pensamentos tudo isso é um IMÃ DE ATRAÇÃO PSÍQUICA para energias negativas e espíritos inferiores e perturbadores.

Wilson Moreno

De: Ricardo
Para: Todos
E-mail: rickardo.descartes@hotmail.com
Data: 22/12/17 08:57

Deus e nosso mestre Jesus nos abençõe diariamente

De: Bete Moreira
Para: Vera Lúcia Moreira de Melo
E-mail: luannina2012@hotmail.com
Data: 21/12/17 21:35

Querida irmã hoje faz 7 meses, peço q Deus na sua infinita misericórdia, possa lhe abençoar e proteger sua nova jornada, que você seja amparada por amigos espirituais cheios de Luz a trilhar seu novo caminho. Entenda que sua missão aqui já foi cumprida e que apenas alegria e paz esperam por você. Sei que um dia nos encontraremos e então podermos matar nossa saudade com muitos abraços e carinho.Você estará sempre em meu coração e jamais esqueça que amo e amarei você pra sempre. Aproveita pra matar as saudades da mamãe e do Ze Milton. Obrigada por todos vocês terem feito parte da nossa vida

De: Bete Moreira
Para: Todos
E-mail: luannina2012@hotmail.com
Data: 21/12/17 21:20

Senhor Jesus, abençoa e acalma meu coração, ajuda-me a não sentir tristeza e solidão, permitida que eu tome sempre o caminho reto, sem magoar nem ofender a ninguém, permita que vossos mensageiros estejam sempre me orientando o melhor caminho a seguir. Aqueles que eu tenha magoado ou ofendido, peço perdão, se agir sem pensar nas consequências também peço perdão, perdão por aqueles que não compreendi, perdão por atitudes e pensamentos menos bons. Que a alegria, a paz, o amor, a fé e a coragem possam sempre estar ao meu lado. Que eu consiga sempre levar a luz e o amor onde quer que eu vá. Amém!

De: Bete Moreira
Para: Todos
E-mail: luannina2012@hotmail.com
Data: 21/12/17 07:55

Senhor Jesus abençoe e proteja meu dia, da-me a sabedoria, a paciência, tolerância pa enfrentar meus obstáculos diários, permita q os vossos mensageiros iluminem meu caminho, não me deixe desesperar nem perder a fé em ti. Misericórdia com aqueles que não me compreendem, ajuda-me a ser uma pessoa boa, sem magoa e sem rancor. peço que ilumine e proteja meu sobrinho Luan, q ele siga seu caminho sem medo e sem receio, da-lhe sempre muita fé e a certeza q tudo dará certo e ajuda-nos a ajudá-lo a fazer o curso q ele escolher, não permita jamais que ele perca a fé em ti e o faste de todo mal. Amém!

De: wilson
Para: Os estudiosos
E-mail: wilsonmoreno67@gmail.com
Data: 19/12/17 10:00

As Orientações de Leon Denis sobre as Mistificações

A mediunidade intuitiva, dizíamos nós, não deve ser desdenhada, porque com o exercício se desenvolve e torna-se bem definida. Entretanto, é preciso - como a respeito de todas as produções mediúnicas - JAMAIS DEIXAR DE SUBMETER OS SEUS RESULTADOS À INSPEÇÃO DE NOSSO CRITÉRIO E RACIOCÍNIO.
Não é a credulidade menor mal que o cepticismo intransigente. O discernimento e uma certa educação cientifica são necessários para determinar a verdadeira origem e o valor das comunicações, para fazer a distinção entre as diferentes causas que intervêm no fenômeno.

A autenticidade das mensagens é, às vezes, difícil de estabelecer-se. O ABUSO DE NOMES CÉLEBRES, DE PERSONALIDADES VENERADAS ENTRE OS HOMENS É FREQÜENTEMENTE PRATICADO e torna-se um elemento de dúvida e de confusão para os observadores. Certas produções, de deplorável banalidade, num estilo incorretíssimo, subscritas por nomes ilustres, despertam a desconfiança e levam muitas pessoas a considerar o Espiritismo uma grosseira mistificação. Para o analista calmo e imparcial esses abusos demonstram simplesmente uma coisa: é que o autor do ditado nem sempre é o que diz ser. NO MUNDO INVISÍVEL, COMO ENTRE NÓS, HÁ ESPÍRITOS EMBUSTEIROS, SEMPRE PRONTOS A APROPRIAR-SE DE TÍTULOS OU MERECIMENTOS, A QUE NENHUM DIREITO POSSUEM, COM O FIM DE SE IMPOREM AO VULGO.

É, PORTANTO, NECESSÁRIO DAR MAIS ATENÇÃO AO PRÓPRIO CONTEÚDO DAS COMUNICAÇÕES QUE AO NOME QUE AS SUBSCREVE. PELA OBRA SE JULGA O OPERÁRIO. Os Espíritos superiores, para se fazerem reconhecer, em lugar dos nomes que usavam na Terra, adotam de bom grado termos alegóricos.

Em regra, os nomes e títulos não têm no outro mundo a importância que lhes damos. Os julgamentos do Espaço não são os da Terra, e muitos nomes que fulguram na história humana se eclipsam na outra vida. As obras de dedicação, amor e caridade constituem lá valiosos e duradouros títulos. Os que as edificaram nem sempre hão deixado seus nomes na memória dos homens. Passaram obscuros, quase desconhecidos neste mundo, mas a lei divina consagrou sua existência, e sua alma refulge com um brilho que muitos Espíritos, reputados grandes entre nós, estão longe de possuir.

HÁ NAS REGIÕES INFERIORES DO ESPAÇO, COMO NA TERRA, ESPÍRITOS SOFÍSTICOS QUE TRATAM DE IMPINGIR SUAS CONCEPÇÕES SOB A CAPA DE NOMES POMPOSOS. NELES, O ERRO SE DISSIMULA SOB AS FORMAS AUSTERAS OU SEDUTORAS, QUE ILUDEM, E SÃO POR ISSO AINDA MAIS PERIGOSAS. É PRINCIPALMENTE EM TAIS CASOS QUE SE DEVE EXERCER O NOSSO DISCERNIMENTO. NÃO DEVEMOS ADOTAR AS OPINIÕES DE UM ESPÍRITO, SIMPLESMENTE PORQUE SE TRATA DE UM ESPÍRITO, MAS UNICAMENTE SE NOS PARECEM JUSTAS E BOAS.

Devemos discutir e averiguar as produções do Além com a mesma liberdade de apreciação com que julgamos as dos autores terrestres. O ESPÍRITO NÃO É MAIS QUE UM HOMEM LIBERTADO DE SEU CORPO CARNAL; COM A MORTE NÃO ADQUIRE A INFALIBILIDADE. O espaço que nos envolve é povoado de uma multidão invisível pouco evoluída. Acima dela, porém, há elevadas e nobres Inteligências, cujos ensinos nos devem ser preciosos. Podemos reconhecê-las pela sabedoria que as inspira, pela clareza e amplitude de suas apreciações.

Leon Denis
No Invisível.

Wilson Moreno

De: Bete Moreira
Para: Todos
E-mail: luannina2012@hotmail.com
Data: 14/12/17 11:59

Senhor Jesus agradeço por tudo que tens feito por mim e toda minha familia e peço q continue nos abençoando com muita saúde, paz, amor, fé e coragem. Nos ajude senhor a sermos fortes e não desanimarmos perante as dificuldades do dia a dia. Nos afaste de todo e qualquer espírito encarnado ou desencarnado que possam querer nos prejudicar, ilumine e proteja nosso caminhar a cada dia. Abencoe e proteja aos meus entes queridos q ja desencarnaram, que eles possam seguir em paz e com muito amor e abençoe nossos corações que aqui ficaram. Olhai tb pelas crianças e velhos abandonados e perdidos.Amem.

De: Bete Moreira
Para: Todos
E-mail: luannina2012@hotmail.com
Data: 13/12/17 15:02

O berço de Jesus



Ao se estudar as origens de alguns símbolos do Natal, referimo-nos a Francisco de Assis como o criador do presépio.

Antes dele, o presépio fazia parte dos hábitos da época de festas natalinas nas catedrais romanas e em outras localidades.

Contudo, o pobrezinho de Assis fez algo muito especial naquele dezembro de 1223.

Ele foi a um lugar de retiro, distante cinquenta quilômetros de Assis, perto de Greccio. Ali se hospedou com alguns frades.

Pedindo o auxílio de um nobre da cidade, preparou um significativo memorial de Natal.

Reportando-se ao Evangelho de Lucas, no Novo Testamento, que narra o nascimento de Jesus em uma manjedoura e a um versículo do Velho Testamento, que se refere a que o boi conhece seu dono, e o jumento conhece a manjedoura de seu patrão, ele idealizou a cena.

Pediu que fossem trazidos animais e os amarrou próximos a um casal local com seu filhinho. Eles representavam José, Maria e o Menino Jesus.

Como os Evangelhos se referem a magos e pastores, Francisco pediu a alguns frades que os representassem.

E, assim, naquela véspera de Natal do ano de 1223, Greccio se tornou uma nova Belém.

A pregação de Francisco, na noite iluminada por velas e tochas, foi sobre a humildade e a pobreza de Jesus.

Ao contrário da tônica severa das pregações medievais, ele falou da doçura de Jesus.

Era a mensagem de que Ele se oferece para nascer no coração de cada homem, a cada dia.

Era a grande evocação ao nascimento do Ser mais perfeito que a Terra já conheceu.

Jesus não era o remoto fundador de uma grande religião. Ele viera para lecionar o amor, amando aos Seus irmãos, vivendo com eles, sofrendo-os e auxiliando-os.

Trazia Francisco, com aquela dramatização, a mensagem de uma nova forma de oração que se concentrava no nascimento de Jesus, Sua vida e Sua morte.

Findo o culto religioso da noite, Francisco ajudou o nobre a servir um banquete a todos os convidados. Para os animais, uma porção dupla de feno e aveia. Para os pássaros, do lado de fora, grãos foram lançados.

O amor de Jesus, personificado no Seu arauto de Assis, não esquecia criatura alguma. Todos eram irmãos. Todos criaturas de Deus, modeladas pelo amor do Pai.

Aquela comemoração, para Francisco, não era uma peça sentimental de teatro, mas a representação simbólica de algo que pode e deve ocorrer todos os dias: o nascimento de Jesus nos corações daqueles que o desejarem.

Ele trouxe o acontecimento do passado para o presente. Usou pessoas comuns em lugares comuns, com suas próprias roupas, para a dramatização.

Tudo isso para dizer que Jesus não era uma personalidade distante, nascida em um local distante. Era o amor presente na vida de cada um dos seres para os quais Ele viera.

Foi a partir dessa noite que a tradição do berço de Natal, da manjedoura, passou a ser uma das imagens religiosas mais conhecidas em todo o mundo, sendo reproduzida em telas, esculturas, impressa ou gravada, sempre com talento e emotividade.

Pensemos nisso e ofertemos o nosso coração a Jesus como a manjedoura mais doce e mais terna para o Seu nascimento em nós.

Porque... é Natal outra vez!



Redação do Momento Espírita, com base no cap.
Quatorze (1223 – 1224), do livro Francisco de Assis,
o santo relutante, de Donald Spoto, ed. Objetiva.
Em 8.12.2017.

 
 
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